Sem pressa ela leva a vida. Descobriu que a gente tem que ir devagar conforme ‘a onda vai quebrando’. Decidiu rir mais, relevar mais, ouvir mais música alta e cantar mais, resolveu contar aquelas piadas que nunca contaria pra ninguém, resolveu tanta coisa… Resolveu deixar pra lá tudo o que não lhe acrescenta e só lhe deixa mal. […] Resolveu deitar e sonhar. Sonhar com aquela viagem, aquele dia, aquela música, aquelas pessoas, aquela confiança e felicidades que ela ainda não tem. Mas, que aos poucos ela sabe que vai conseguindo. Porque, que ela saiba nunca ninguém teve algo sem sonhar e lutar.
Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Não vou olhar pra ele. Não, eu não vou olhar. Véi como ele ta lindo.